
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Hervé Tullet

Este é um dos melhores livros infantis, criativo e surpreendente. É um livro de atividades, a criança é convidada a fazer garatujas para alimentar um monstro, para apagar um incêndio, etc.
A humorous, enchanting book that draws out children’s inner artists.
Feed scribbles to a hungry monster. Scribble water to put out a fire.
Scribble flames bursting from a volcano. Scribble spaghetti for lunch! The
Scribble Book does away with the traditional rules of preschool coloring books,
encouraging children to unlock their creativity and experiment for themselves by
just picking up a crayon and scribbling. Gradually, as the book unfolds, the
scribbles evolve into puzzles to be solved and finally into genuine drawings.
Full of wit and humor, irreverent and enchanting, The Scribble Book is
destined to become the latest success from the colorful mind of Hervé Tullet.
(children´s artist book)
domingo, 14 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Gérard Genette
Medidas: 16 x 23 cm
Páginas: 376
Edição: 1ª
Ano: 2009
Páginas: 376
Edição: 1ª
Ano: 2009
Gérard Genette faz neste livro um longo ensaio sobre o paratexto do texto literário: apresentação editorial, nome do autor, títulos, dedicatórias, epígrafes, prefácios, notas, entrevistas e debates sobre o livro, entre outros. Esse aparato, muitas vezes visível demais para ser percebido, pode atuar sem que seu destinatário o saiba. Genette procura, portanto, estimular o leitor a examinar mais de perto aquilo que, às escondidas e com tanta frequência, regula nossas leituras.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Robert Filliou
MONSTERS ARE INOFFENSIVE
New York, NY: Fluxus / Implosions, 1967.
16 x 11 cm, p&b
22 cartões postais em um envelope
New York, NY: Fluxus / Implosions, 1967.
16 x 11 cm, p&b
22 cartões postais em um envelope
domingo, 31 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Alvaro de Sá
Capa do livro Alfabismo, 1967
Independência de leitura na quinta página, o texto não precisa propriamente do suporte do papel, tanto assim que uma seta indica a leitura ECO enquanto que, simultaneamente, a outra registra ODE. (O livro inteiro está disponível no site do poema-processo)
domingo, 24 de janeiro de 2010
Andante Edições
A collection of 120 drawings of breasts depicted with typography. Various letters, numbers and punctuation signs, in an array of typefaces, are arranged on the page to form a gestalt image of a female torso. You can buy at ArtMetropole.
O livro pode ser encontrado na livraria Scriptum, em Belo Horizonte ou diretamente com o autor, pelo e-mail amir_brito[at]yahoo.com.br

Este é o primeiro título das edições Andante, uma editora criada para publicar os livros de artista de Amir Brito Cador. Estão previstos nove títulos até o próximo ano.
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Shinichi Maruyama


O desenho acima na verdade é uma fotografia do artista japonês que reinventou a caligrafia no século 21: http://www.shinichimaruyama.com/
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Art and Text

'Art and Text' covers the development of the textual medium in art from the early combinations of text, lettering and image in the work of seminal artists such as El Lissitzky and Kurt Schwitters. The use of written language has been the development in visual art of the twentieth century. The book is a survey of this artistic tool

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Elenco
A exposição está muito bem montada, pena que não fizeram um catálogo. Ao lado das capas da gravadora Elenco, tem capas de discos do mesmo período, inspiradas nas capas da gravadora de Aloysio de Oliveira, como esta acima, do TambaTrio. Cesar Villela fez o projeto gráfico das 13 primeiras capas.
O texto do folder diz que é a primeira vez que são expostas as capas dos 75 LP´s da gravadora Elenco (1963-1971), a mais importante na consolidação da Bossa Nova. O curador é o Marcello Montore, que também é dono da coleção de discos que deu origem a esta mostra.
O texto do folder diz que é a primeira vez que são expostas as capas dos 75 LP´s da gravadora Elenco (1963-1971), a mais importante na consolidação da Bossa Nova. O curador é o Marcello Montore, que também é dono da coleção de discos que deu origem a esta mostra.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Joaquim Cardozo
A Escultura Folheada
Aqui está um livro
Um livro de gravuras coloridas;
Há um ponto-furo. um simples ponto
simples furo
E nada mais.
Abro a capa do livro e
Vejo por trás da mesma que o furo continua;
Folheio as páginas, uma a uma.
- Vou passando as folhas, devagar,
o furo continua
Noto que, de repente, o furo vai se alargando
Se abrindo, florindo, emprenhando,
Compondo um volume vazio, irregular, interior e conexo:
Superpostas aberturas recortadas nas folhas do livro,
Têm a forma rara de uma escultura vazia e fechada,
Uma variedade, uma escultura guardada dentro de um livro,
Escultura de nada: ou antes, de um pseudo-não;
Fechada, escondida, para todos os que não quiserem
Folhear o livro.
Mas, prossigo desfolhando:
Agora a forma vai de novo se estreitando
Se afunilando, se reduzindo, desaparecendo/surgindo
E na capa do outro lado se tornando
novamente
Um ponto-furo, um simples ponto
simples furo
E nada mais.
Os seres que a construíram, simples formigas aladas,
Evoluíam sob o sol de uma lâmpada
Onde perderam as asas. Caíram.
As linhas de vôo, incertas e belas, aluíram;
Mas essas linhas volantes, a princípio, foram
se reproduzindo nas folhas do livro, compondo desenhos
De fazer inveja aos mais “ sábios artistas”.
Circunvagueando, indecisas nas primeiras páginas,
À procura da forma formante e formada.
Seus vôos transcritos, “refletidos” nessas primeiras linhas,
Enfim se aprofundam, se avolumam no vazio
De uma escultura escondida, no escuro do interno;
Somente visível, “de fora”, por dois pontos;
Dois pontos furos: simples pontos
simples furos
E nada mais.
Aqui está um livro
Um livro de gravuras coloridas;
Há um ponto-furo. um simples ponto
simples furo
E nada mais.
Abro a capa do livro e
Vejo por trás da mesma que o furo continua;
Folheio as páginas, uma a uma.
- Vou passando as folhas, devagar,
o furo continua
Noto que, de repente, o furo vai se alargando
Se abrindo, florindo, emprenhando,
Compondo um volume vazio, irregular, interior e conexo:
Superpostas aberturas recortadas nas folhas do livro,
Têm a forma rara de uma escultura vazia e fechada,
Uma variedade, uma escultura guardada dentro de um livro,
Escultura de nada: ou antes, de um pseudo-não;
Fechada, escondida, para todos os que não quiserem
Folhear o livro.
Mas, prossigo desfolhando:
Agora a forma vai de novo se estreitando
Se afunilando, se reduzindo, desaparecendo/surgindo
E na capa do outro lado se tornando
novamente
Um ponto-furo, um simples ponto
simples furo
E nada mais.
Os seres que a construíram, simples formigas aladas,
Evoluíam sob o sol de uma lâmpada
Onde perderam as asas. Caíram.
As linhas de vôo, incertas e belas, aluíram;
Mas essas linhas volantes, a princípio, foram
se reproduzindo nas folhas do livro, compondo desenhos
De fazer inveja aos mais “ sábios artistas”.
Circunvagueando, indecisas nas primeiras páginas,
À procura da forma formante e formada.
Seus vôos transcritos, “refletidos” nessas primeiras linhas,
Enfim se aprofundam, se avolumam no vazio
De uma escultura escondida, no escuro do interno;
Somente visível, “de fora”, por dois pontos;
Dois pontos furos: simples pontos
simples furos
E nada mais.
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