quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Wolfgang Wackernagel

GILGAMESH'S IRISGLANCE
published in : Diogenes n° 156, New York - Oxford, Berg 1992

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Andy Warhol







Andy Warhol´s Children´s Book, 1983
[10 p.]

domingo, 8 de novembro de 2009

Miran



Páginas editoriais que o Miran diagramou para o tablóide Cultural do Diário do Paraná

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Kay Rosen


Your-Eyes-Say-Yes, 2006

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Jean Claude Loubiére

When one read / Quand on lit
Texte de Jean-Pierre Ostende. Traduction : William Kraaft.
Paris : Adèléo éditions, 2003.
21 ex.– 52 p. cousues ; 22,5 × 18 cm.
Imprimé en numérique sur papier blanc.Certaines pages sont enduites de parafine. 4 pages de garde en papier bleu.– Couverture en carton gris-vert. – Jaquette en papier jaune quadrillé 10×10 en bleu.


"Quando lemos, não vemos as letras", frase que ocupa todas as páginas deste livro.

sábado, 31 de outubro de 2009

Gary Panter & Charles Burns


Facetasm

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

André Vallias

Poesia e Novas Mídias

Curso iniciando no dia 10 de novembro Inscrições pelo tel. (21) 2286-3299 ou pelo sitewww.polodepensamento.com.br

Como fica a poesia numa cultura que se liberta gradativamente do papel? Uma reflexão sobre o conceito de "poema". Será feito um breve panorama da criação poética em meio digital, através da exibição comentada de vídeos e obras interativas.

4 aulas às terças-feiras, das 19h30 às 21h30

10 de novembro

Poesia concreta. Ideograma, alfabeto fonético e a "pós-escrita".

17 de novembro
Os primeiros poemas feitos em computador. Permutação, recursão e cibernética.

24 de novembro
Do poema semiótico à poesia genética. A biologia da comunicação.

1 de dezembro
Nomadismo, oralidade e pluri-linguismo no espaço "ciberal". Os bastidores de um poema interativo.

André Vallias é poeta, designer gráfico e produtor de mídia interativa. Organizou a primeira mostra internacional de poesia feita em computador p0es1e - digitale dichtkunst (Alemanha, 1992). Em 2004, recebeu o IV Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia pelo poema interativo ORATORIO.

Clique aqui para se inscrever

POP-Pólo de Pensamento Contemporâneo
Rua Conde Afonso Celso, 103 - Jardim Botânico - CEP 22461-060
Tel. (21) 2286-3299 e 2286-3682

David Shrigley

Yellow Bird with Worm
Zürich : Edition Fink ; Londres: Redstone Press, 2003. – 18 p. ; 16 × 19 cm.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Rex Time

"Em junho de 1966, o Grupo Rex, formado por Geraldo de Barros, Nelson Leirner, Wesley Duke Lee, Carlos Fajardo, Frederico Nasser e José Resende, inaugurou suas atividades em São Paulo com a abertura de um espaço de exposições, a Rex Gallery & Sons, localizada na Rua Iguatemi n. 960 (dividindo espaço com a loja de móveis Hobjeto, de Geraldo de Barros), e o lançamento de um jornal-boletim, o Rex Time. O nome da galeria, gravado em uma placa pendurada logo na entrada, e da publicação, eram sempre em inglês para dar o ar de seriedade, de credibilidade das tradicionais firmas inglesas que passam de pai para filho durante gerações".



"A manchete estampada em letras maiúsculas na capa da primeira edição do Rex Time, publicado em 3 de junho de 1966, dava conta da postura do grupo. “Aviso: É a Guerra” era o título do editorial escrito pelo poeta e jornalista Thomaz Souto Correa, que anunciava: “Tem gente que, depois de pensar e sofrer bem, achou que do jeito que está a situação das artes plásticas no Brasil não pode continuar. E, sempre pensando bem e sofrendo mais ainda, eles resolveram dar um grito de ‘basta!’. (...) Essas gentes são os Rex, que me pedem para comunicar e eu comunico”. O grupo queria pôr fim às relações viciadas das instituições culturais, das galerias e leilões. Buscando espaço para a nova produção artística, os Rex “baixam a ponte levadiça, pois a guerra é justamente para levar mais gente para dentro do castelo”. Em quase um ano de atividade marcado pelo humor e pela ironia, promoveram conferências, sessões de filmes experimentais e documentários, organizaram cinco exposições, uma delas reunindo jovens artistas, e editaram cinco números do jornal Rex Time".

Capa do livro A EXPERIENCIA REX, de Fernanda Lopes
editado pela Alameda, R$ 45 (272 páginas)




Uma publicação oficial da REX Gallery & Sons, fundada em 1966
(Imagens tiradas do site do MAC, texto do blog do Raul Mourão.)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Paulo Bruscky


Lite/Rato

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Giancarlo Iliprandi

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Jac Leirner

Hip Hop
serigrafia
Museu de Arte da Pampulha, 2008

Sonia Lins


Eu, 1999
39,5 x 21 cm
Impresso na França com papel especial, este e outros livros da Sonia Lins estão à venda na lojinha do Museu Histórico Abílio Barreto, em Belo Horizonte.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Temporada de Projetos

Enciclopédia Visual, 2008-2012
Estas são algumas das pranchas da Enciclopédia que estou fazendo. Estão em uma mostra no Paço das Artes (USP), em um projeto de curadoria chamado Temporada de Projetos na Temporada de Projetos.

Franz Mon



Abstrakt

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Perspectivas do Livro de Artista


A programação do seminário está disponível no blog: http://seminariolivrodeartista.wordpress.com/

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

São Jerônimo

Antonelo de Messina

O gabinete de leitura que aparece no filme A Última Tempestade, de Peter Greenaway, é baseado na pintura acima.

Jean van Eyck, 1435



Ghirlandaio

Augusto de Campos e Julio Plaza


Capa do livro Reduchamp, reeditado pela editora Annablume em 2009


REDUCHAMP é um poema-ensaio, num livro-poema em que Augusto de Campos reinventa a crítica da arte. Ilustrado com iconogramas do artista e teórico Julio Plaza, os autores expõem em imagens e versos, pura prosa porosa, a poética de Marcel Duchamp. Lançado em 1976, numa edição dos autores, o livro é resultado de uma parceria das mais inovadoras e de fundamental importância para as artes gráficas e suas relações com a poesia no Brasil, que se iniciou com POEMÓBILES (1974, reeditado em 1985) e CAIXA PRETA (1975). Duchamp é um iniciador. Ele já estava lá, antes, profanando o que era considerado estético, transformando um gesto filosófico em obra de arte: (texto retirado do site da editora)


Edições S.T.R.I.P (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Poética)


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Simon Grennan e Christopher Sperandio

The invisible city.
Lake City/Seattle: Public Art Fund/ Phantagraphics Books, 1999


Grennan e Sperandio fazem quadrinhos de um modo inusitado. Eles entrevistam pessoas e apresentam o trabalho na forma de HQs. Invisible City recolhe entrevistas com trabalhadores noturnos, incluindo uma dançarina exótica, o gerente de uma copiadora e um zelador. Jovens ingleses contam seus sonhos do passado e do futuro em Here is wherever.