terça-feira, 18 de julho de 2017

Juan Gris




Still Life with a Poem, 1915
Oil on canvas
80.6 x 64.8 cm
Norton Simon Art Foundation

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Carpaccio

Vision of St.Augustine (detail-of-the-dog), 1502-08


quarta-feira, 5 de julho de 2017

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Magritte



 La Clef des songes [a chave dos sonhos], 1930
óleo sobre tela
81 x 60 cm

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Franz Kline




Desenhos com nanquim sobre páginas de lista telefônica, alguns foram posteriormente ampliados utilizando um retroprojetor.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Antoni Tàpies

 Espiri Catala, 1974
aguaforte

Lettre A

Lunettes


 
Signes Negres sobre marró, 1990
Etching, 77,5 x 120 cm

Oeil a droite, 1998
,Aquatinta, 33 x 49,5 cm
 AM, 1985
litografia

letras
letraset, desenho

Cruz y Tierra, 1975
técnica mista
162 x 162 cm

Variacions 1

Variacio 2

Calligrafic

terça-feira, 6 de junho de 2017

Delacroix



La Liberté guidant le Peuple, 1830
Musée du Louvre, Paris

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Regina SIlveira


Pronto para morar, 1994

folheto distribuído pela artista Regina Silveira nos semáforos em São Paulo.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Carlos Motta



AMERICA

Relevo de parede
Técnica
madeira cortada a laser e pintura em tinta acrílica
Dimensões

( A x L x P)  100 x 80 x 2,5 cm
Data
2016
Edição
10 + 2PA
Na obra AMERICA, Carlos Motta posiciona um mapa da América Latina ao lado de um mapa dos Estados Unidos. A posição em que o norte americano é colocado, e seu tamanho desproporcional, sugerem um menosprezo e questionamento da importância do mesmo, em relação ao seus vizinhos sul americanos

 



quarta-feira, 10 de maio de 2017

Brion Gysin


To me, Gysin was the source of the energy we associate with the most radical experiments of the Beats. He was the real source of the ideas; other people just applied them. That was a really important shift in my appreciation of the Beatnik phenomenon. From that moment I was hooked, fascinated and impressed by each layer of Gysin I discovered. As I peeled things away over the years, I was never disappointed. There was never an end to it. He was the only person I've met whom I would unquestioningly call a genius (Genesis P. Orridge, sobre Brion Gysin via https://www.theguardian.com/books/2003/nov/15/art.classics)

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Nelson Leirner

Pague para ver
convite de exposição (cancelada pela galeria)

O texto que está impresso no verso do convite, e que motivou o cancelamento:

Consegui. Vinte anos de tentativas para finalmente chegar aonde queria: VENDA GARANTIDA, ARTE COMPROMISSADA, ARTE COMERCIAL PURA. Divulgo a fórmula:
 
1-PRODUTO: tem que ter certas características constantes. (Usei em todos os trabalhos o mesmo estilo, a mesma medida, a mesma moldura). A sociedade sempre quer reconhecer o autor, pois isto lhe dará uma dupla satisfação: a de não estar comprando gato por lebre e a de sentir-se altamente culta.
 
2-DIMENSÃO: quanto maior a dimensão do trabalho, maior o seu valor financeiro, sem esquecer o espaço médio da moradia do comprador. Os tamanhos mais vendáveis são acima de um metro e abaixo de um metro e cinqüenta. (Usei, como medida base, um metro e dez).
 
3-TABELA DE PREÇOS: nos trabalhos bidimensionais, temos um valor já preestabelecido em função dos materiais usados. Do mesmo autor, um trabalho a óleo vale mais que acrílico, que vale mais que aquarela, que vale mais que têmpera, que vale mais que bico-de-pena, que vale mais que lápis de cera, que vale mais que lápis de cor, que vale mais que grafite, e assim por diante. (Resolvi usar todos os materiais pois deve valer muito mais um trabalho que usa óleo, mais acrílica, mais aquarela, mais têmpera, mais bico-de-pena, mais lápis de cera, mais lápis de cor, mais grafite e outros materiais.
 
4-ESTÉTICA: o problema estético, apesar de secundário, também deve ser levado em conta. Nos dias de hoje a sociedade divide basicamente sua preferência entre duas tendências: o figurativismo, e o abstracionismo. No figurativismo, o fato do trabalho ser entendido lhe dá a sensação de aproximação com o artista, tornando-se seu cúmplice. Os que preferem o abstracionismo alegam que, ao sentir o artista, colocam-se mais perto de seu mundo mágico, tornando-se também seu cúmplice. (Agora terei todos como amigos: usei ambas tendências: o real e o imaginário).
 
5- O MARCHAND E A CRÍTICA: será uma festa completa. O marchand terá, através de suas comissões, pagos todos os investimentos, fora o lucro e a pseudo-sensação de mecenato. Os críticos continuarão com seus empregos garantidos através de suas reportagens, colunas sociais e trabalhos representativos dentro dos órgãos governamentais.
 
6- O ARTISTA: ele poderá sentar-se numa alta roda de jogadores, filar a última carta, apostar alto e esperar que paguem para ver




quinta-feira, 4 de maio de 2017

Fabio Miguez



 
 
Três Eclipses

Objeto
Técnica
madeira e acrílico
Dimensões

( A x L x P)  26 x 26 x 20 cm
Data
2016
Edição
20 + 5PA
 
 
Saindo da pintura com matéria espessa e passando pela pintura expandida com intervenções nas telas, Fabio Miguez cria em seus trabalhos tridimensionais campos com diferentes cores e materiais que se movem, fazendo com que o espectador interaja com a obra e crie diferentes composições. 

Em Três Eclipses, palavras de poemas do pernambucano João Cabral de Melo Neto são postas sobre chapas móveis de acrílico que em uma posição específica formam um eclipse. As chapas juntam-se com madeiras pintadas de diferentes cores, que, hora são fixas, hora são móveis.

A caixa de madeira tem a mesma linguagem das maletas produzidas pelo artista durante sua carreira. Maletas estas que podem ser chamadas valises, fazendo referência à obra de Marcel Duchamp.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Mudança

Simone Torelli, 1. Mai Solidarität
Schweizerischer Gewerkschaftsbund Bern
Attilio Meyer AG, Bertschikon / ZH
AFD Siebdruck, E. Volpon, Schaffhausen
1986

Roger Pfund, 1984

Arpad Szenes

Vieira da Silva lendo

domingo, 23 de abril de 2017

Alberto Manguel



A lo largo de los siglos, las cubiertas cambian, multiplican sus estilos, se vuelven más complejas o más discretas, más comerciales o más exclusivas. Siguen ciertos movimientos artísticos (las efusiones neogóticas de William Morris o los inventos tipográficos del Bauhaus), se pliegan a voluntades comerciales (la unificación de diseños de las colecciones de bolsillo o la identificación de ciertas maquetas con la seudoliteratura del best seller), adoptan y definen géneros literarios (las cubiertas de las novelas policiales o de ciencia-ficción de los años cincuenta). A veces los diseñadores de cubiertas quieren ser más literarios que los autores del texto, y es así como dan a luz cubiertas en las que no aparece el título del libro (la edición inglesa de Aqua de Eduardo Berti) o remplazan el título con el primer párrafo del libro (la edición canadiense de Si una noche de invierno... de Calvino) o el título y el nombre del autor aparecen impresos boca arriba (una edición alemana de Viaje al centro de la Tierra de Julio Verne). En tales casos, el lector siente que la cubierta ha incurrido en algo asó como una falta de lèse-majesté.

Para su lector, la cubierta de un libro tiene algo de documento de identidad, emblema y resumen del libro mismo, una imagen que define y tal vez hasta usurpa la autoridad del texto. No leemos el Quijote: leemos el Quijote con la cubierta que lleva un grabado de Gustave Doré, o el retrato de Cervantes, o la sobria tipografía de los Clásicos Castellanos, o el azul cuadriculado de la Colección Austral. Entre todos estos (y varios más) está mi Quijote: tiene cubiertas negras, letras blancas y un grabado de Roberto Páez. Ese es, para mí, el Quijote auténtico.

http://www.elpais.com/articulo/portada/Breve/historia/cubiertas/elpepuculbab/20110115elpbabpor_33/Tes

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Clemente Padin


 Text X - 1968

  Text III - 1968
  Text IV - 1968
 Text VII - 1968