
segunda-feira, 17 de março de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
quarta-feira, 12 de março de 2008
Rembrandt

(...) impossível não evocar aqui esse outro monograma, tão marcadamente em suspenso, que considera, estupefato com seu brilho, com seu poder, e a liberdade conseguida depois que o doutor Fausto de Rembrandt ousou traçar e pronunciar(...)
(trecho de As palavras na pintura, de Michel Butor. tradução de Amir Brito Cadôr)
terça-feira, 11 de março de 2008
etruscos
segunda-feira, 10 de março de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
Buzz Spector

Livro rasgado, cada folha um pouco menor do que a precedente, de modo a mostrar um pouco do que está na folha de baixo. É um livro-texto que torna a leitura impossível. No site do artista tem outros exemplos de livros alterados (altered books) e alguns ensaios.
quinta-feira, 6 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
Kazuaki Tanahashi


O calígrafo japonês tem realizado demonstrações de shodô nos Estados Unidos desde a década de 70.Foi publicada no ano passado a tradução de Brushmind (O Coração do Pincel), aforismos a respeito da caligrafia, ilustrado com desenhos de um só traço.
terça-feira, 4 de março de 2008
Objeto Quase
Objeto quase é o nome de um livro em que o formato reforça o sentido das imagens nele contidas. Formado por uma única folha de papel dobrada três vezes, o mesmo desenho é repetido em cada uma das 8 páginas, cada vez realizado com um pincel diferente. A mão acompanha o formato da página para desenhar um círculo (ou quase um círculo, o que justifica o título). A repetição neste caso funciona como uma série de aproximações para atingir o círculo perfeito.O círculo é uma das figuras geométricas que fazem parte do vocabulário de formas básicas utilizadas para o desenho de letras.
Para Octavio Paz, a prosa, o relato, o discurso e a demonstração são lineares, têm um começo e um fim. A poesia, assim como a canção, o mito e outras expressões poéticas, sempre é auto-suficiente, o que corresponde à figura de um círculo, um desenho que remete a si mesmo e nunca termina.
Este tipo de desenho remete aos círculos desenhados pelos monges budistas Zen com um único traço. É realizado como um exercício de concentração, em que a unidade do pincel e da tinta se realiza de uma forma absoluta. A linha feita com o pincel ganha espessura, é figura e contorno ao mesmo tempo. O gesto do calígrafo estabelece o limite entre o dentro e o fora. O espaço branco que fica no interior do círculo faz parte do desenho, tanto quanto a tinta preta. Entre os orientais, a perfeição do círculo branco merece a admiração por colocar em evidência o vazio.
Para os calígrafos do Japão, o desenho de um círculo feito à mão sem o auxílio de nenhum instrumento é um exemplo de destreza e precisão – nada falta e nada excede.
A estrutura do livro repete o desenho de um círculo. Qualquer uma das páginas pode ser o começo ou o fim, dependendo da maneira como o livro é dobrado. Não existe diferenciação entre a capa e as páginas internas, a forma é o conteúdo.
(trecho da dissertação de mestrado Imagens Escritas, defendida na Unicamp em maio de 2007)
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segunda-feira, 3 de março de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
C.S. Peirce
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
John Baldessari

Estes dois quadros são da década de 1960. Gosto da ironia do artista nestas suas telas. Um pintor de letreiros foi contratado para fazer estas pinturas.Nesta outra série, o título não explica nada, e algumas vezes ajuda a confundir.



quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Narrativa
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Roland Barthes
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Max Bill
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Emilio Damiani



Figuras do ilustrador brasileiro, feitas com letraset e publicados na revista Tupigrafia #2. Damiani também é conhecido por alguns onomatogramas que fez para a editora Brasiliense, como o retrato do Pasolini para a coleção Encanto Radical.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
On Kawara



pinturas da série "date paintings"
O artista japonês que reside em NY faz esta série desde a década de 60. O fundo recebe 3 a 4 camadas de tinta acrílica, com um intervalo entre uma aplicação e outra para a secagem. As letras são desenhadas e depois preenchidas com tinta branca, 4 a 5 camadas. Cada pintura recebe como título a data em que foi feita. Quando a tela não fica pronta no mesmo dia, ela é destruída.
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