segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Rubens Gerchman
Rubens GERCHMAN
Pocket Stuff estojo de madeira e acrílico com materiais diversos, ass. (1970)
Reproduzido às p. 66, 67, 70 e 71 do livro Gerchman (1994), de Ana Maria Escallón e Damián Bayón. 1970 wooden box with individual plastic elements (4 x 25 x 8 cm) 26 x 8 cm
Obra exibida em Palavra Imágica e Aberto fechado:caixa e livro na arte brasileira
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Cildo Meireles
Camelô, 1998
Objeto em madeira, alfinetes, barbatanas, borracha e motor
30 x 40 cm
Objeto em madeira, alfinetes, barbatanas, borracha e motor
30 x 40 cm
Em 1990 queria fazer um trabalho que tivesse um milhão de unidades, do qual só tinha o título Um Milhão. Mais tarde, lembrei-me de uma imagem de três camelôs que vi quando criança, numa das vindas com meu pai do Rio de Janeiro, na calçada da rua Araújo Porto Alegre entre avenida Rio Branco e rua Mexico. Cada camelô tinha uma pequena banquinha, coberta de papel de embrulho colorido. Um vendia só alfinetes de cabeça, outro só barbatanas de plástico para colarinho de camisa social. São as coisas mais toscas em termos de produtos industriais. Na minha cabeça de criança, achava incompreensível, e ao mesmo tempo atraente e estranho, que alguém pudesse viver vendendo esses objetos tão insignificantes. Mais que isso, me perguntava como poderiam existir indústrias empenhadas na produção desses objetos. O terceiro camelô vendia marionetes de papel e borracha, que ele manipulava com uma linha no braço. Eu achava aquilo mágico. Em 1995, decidi juntar essas três imagens, que resultaram no Camelô. Para ele, criei a palavra humiliminimalismo, o minimalismo do muito humilde, da quase insignificância física.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Laura Huzak Andreato
Califórnia
folder impresso pela Califórnia Artes Gráficas
tiragem de 2500 exemplares
2009
https://laurahuzakandreato.wordpress.com/multiplos/
Douglas Huebler
O que digo faz parte da obra de arte. Não espero dos críticos que digam coisas sobre meu trabalho. Sou eu quem digo a eles do que se trata (Novembro de 1968)
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Tipos Malditos
tipos laicos, castiços, intuitivos, leigos, nativos, autênticos, tontos, rústicos, improvisados, rudes, toscos, pitorescos, precários, vulgares.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Marcel Broodthaers
This is not a work of art
Musée d’art moderne, Département des aigles, Section XIX siècle. (Museum of Modern Art, Eagle Department)
This
is actually a fictional institution, a monumental work of conceptual
art in itself - at the time it opened (1968), Brussels had no Museum of
Modern Art. (And this endeavor was a jab at the lack as well.)
His “museum” was open
from 1968–1972, in various locations; 1969 in Antwerp, 1970–1972
Düsseldorf and the second half of 1972 in Kassel, with new sections at
each opening - “Section XVII”, “The Cinematic Section”, “The Section of
Figures”. The Department of Eagles opened in 1968, and was filled
with…all sorts of stuff, featuring eagles - sculptures, stuffed
specimens, lighters, buttons, picture books…and before every display
case was stuck the label “Ceci n’est pas une oeuvre d’art” - This is not a work of art.
In 1972 Marcel Broodthaers exhibited Musée
d'Art Moderne, Département des Aigles, Section des Figures
(Der Adler vom Oligozan bis Heute). This installation housed
over 300 representations of eagles from art history and popular
culture classified in a pseudo-museological manner—undermining
both the mythology of the eagle and the power of the museum.
The artifacts were accompanied by numbered labels declaring, "This
is not a work of art," in English, French, and German.
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arte conceitual
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Fabio Morais e Marilá Dardot
Tapete de nylon 10mm
285 x 190 cm
3 exemplares
obras da série Lá em Casa na Bienal de São Paulo
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Roger Chartier
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| O filósofo Pitágoras |
O
retrato é a primeira forma manifesta da presença do autor no
livro. Tais representações do autor exibido em sua
atividade de escrever, em miniaturas do fim do séc XIV ao XV.
“Uma tal imagem rompe com as antigas convenções de representação da escrita, tanto a que identifica a escuta de um texto ditado e copiado (por exemplo, na iconografia tradicional dos evangelistas e dos pais da Igreja, retratados como escribas da palavra divina) quanto aquela que a pensa como simples continuação de uma obra já existente (como no caso da prática escolástica da glosa e do comentário)". (Roger Chartier, 1994, p. 53).
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história da escrita,
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