segunda-feira, 28 de maio de 2012

Tridimensional


Uma peça gráfica foi criada, impressa e fotografada para fazer a capa, criando um espaço de circulação (fictício) para o livro em questão.
 A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica, de Walter Benjamin, ganha uma edição metalinguística, em que a lombada com o título é deslocada para a capa.

A materialidade das letras, sugerida pelo título, torna realidade o que o título anuncia.







O texto aplicado a um objeto ou uma superfície, e depois fotografado, é um recurso que torna até mesmo o entediante alinhamento centralizado do texto em uma peça gráfica interessante.

O ângulo em que o objeto é mostrado remete a uma lápide, um túmulo, destacando um elemento do título (os filósofos mortos).
A capa utiliza as rainhas do baralho para fazer um trocadilho, baseado na gíria para "gay".

sábado, 26 de maio de 2012

Dear Reader




Dear Reader was created partly from a primordial graphic designers’ urge to publish something, partly in celebration of our Atelier’s approximate fifth anniversary, partly as a vessel to showcase our type design work that circumvents the boring conventions and the visual clichés of the type specimen.”

http://ressabiator.wordpress.com/2011/02/18/o-nascimento-do-reader/

Christophe Szpajdel

Christophe Szpajdel, the Belgium-born, UK-based artist has completed nearly 50 new logos. Among marks for bands like Jucifer, Human Remains and Powerlord was a hand-drawn black-metal logo for the Walker Art Center. Szpajdel, who presented the piece to the Walker as a gift, said he wanted a balanced, yet not entirely symmetrical, piece that references the water and plant life in the nearby Minneapolis Sculpture Garden and Loring Park. He intended a water-like “flow” with the letterforms, he said, and one inspiration — specifically, the spike of the W — directly references an aloe vera plant.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Capas tipográficas I

 Uma seleção de capas com no máximo três cores, a maioria delas apenas em preto e branco com detalhes em vermelho. O mínimo de recursos gráficos exige um domínio dos meios para que a capa seja atraente.





Capa de um livro sobre Lewis Carroll, escritor que utilizava jogos de linguagem e se interessava por cartas-enigma. A capa destaca algumas letras do texto para formar o nome do autor, permitindo a leitura simultânea de dois textos.

 







quarta-feira, 9 de maio de 2012

Arnaldo Antunes

Pensa, 1995
Arnaldo pinta seu painel para a United Artists, Casa das Rosas, São Paulo, SP  
© Rodney Suguita, Folha Imagem
  

segunda-feira, 23 de abril de 2012

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Claudio Rocha


MONOTIPIAS TIPOGRÁFICAS DE CLAUDIO ROCHA

A técnica da impressão tipográfica evoluiu durante quase cinco séculos, passando pela Revolução Industrial para se tornar uma tecnologia complexa no século XX. A produção de tipos, papéis e tintas acompanhou a evolução dos equipamentos de impressão, permitindo que a qualidade gráfica obtida nesse sistema atingisse padrões absolutos de excelência.

Hoje, essa tecnologia foi amplamente superada e o sistema tipográfico é uma herança que se mantém como forma de arte, ligada principalmente a projetos editoriais de fundo cultural.

As Monotipias Tipográficas se inserem nesse contexto, aproximando as artes gráficas das artes plásticas. Os equipamentos e ferramentas gráficas são colocados a serviço da criação: prelo, tipos de madeira e metal, espátula, rolinho para entintamento manual, estopa, solvente, clichês. Sobreposições, velaturas, decalques, colagem, pressão extra nos cilindros, tudo é usado como forma de expressão. Um estado de imersão intenso conecta livremente a energia criativa com a técnica gráfica e conduz a resultados inesperados.

http://ateliepriscilamainieri.com.br/

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Tupigrafia 10


Vídeo de divulgação da nova edição da Tupigrafia, a revista brasileira de tipografia e caligrafia
Mais informações:
http://catarse.me/pt/projects/620-a-tupigrafia-quer-chegar-ate-voce

terça-feira, 10 de abril de 2012

Mostra - Poesia Visual


Omar Khouri e Paulo Miranda organizam mostra caracterizada
pelo cruzamento de linguagens, reunindo a produção de dezoito
artistas de três diferentes gerações

A Galeria Virgilio inaugura no dia 10 de abril, terça-feira, a coletiva Poesia, organizada por Omar Khouri e Paulo Miranda. A mostra reúne cerca de 50 trabalhos, entre serigrafias, monotipias, graffiti e pintura, que se inserem no universo do cruzamento de linguagens que tem caracterizado a poesia de base experimental nas quatro últimas décadas, abarcando poemas inéditos e alguns já considerados históricos, de pelo menos três gerações de poetas.

Os poemas adentram a Galeria, reivindicando o que têm em comum com as chamadas Artes Visuais e vão do objeto único a pequenas tiragens. Poetas participantes: André Vallias, Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, Décio Pignatari, Gastão Debreix, Gil Jorge, João Bandeira, Júlio Mendonça, Julio Plaza, Lenora de Barros, Omar Khouri, Paulo Miranda, Ronaldo Azeredo, Sonia Fontanezi, Tadeu Jungle, Villari Herrmann, Walter Silveira e Zéluiz Valero.

Trata-se de uma exposição de poesia visual, ou intersemiótica, como era denominado esse tipo de produção nos anos 1970, quando circulava em revistas alternativas”, declara Khouri.



Evento: Poesia, exposição coletiva de poesia visual
Abertura: 10 de abril, terça-feira, a partir das 19 horas
Período expositivo: de 11 de abril a 5 de maio de 2012


Local: Galeria Virgilio
| Entrada livre e franca
Endereço: Rua Virgílio de Carvalho Pinto, 426 Pinheiros, São Paulo SP
Segunda a sexta, das 10 às 19h
Sábados e feriados, das 10 às 17h


http://www.galeriavirgilio.com.br/

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sol LeWitt


Fonte criada usando como módulo os Incomplete Open Cubes, de Sol LeWitt


O arquivo da fonte pode ser baixado aqui: http://www.ediwinarni.de/ioc/ioc.html

sábado, 31 de março de 2012

Ornamental

 KENNETH FRASER

 ADAM GARCIA

DAVID CROY
 
 SEB LESTER
SHOE MUELMAN
 
 JESSICA HISCHE

ALEX TROCHUT
 
 JESSICA HISCHE

 LUCA IONESCU

LUCA IONESCU
 
 JOSHUA TETREAULT
 NANCY HARRIS ROUEMY & PATRICK GRIFFIN


terça-feira, 27 de março de 2012

William Wegman


William Wegman, Reading Two Books, 1971. 
photographie N&B, 28,8 x 26,5 cm. 
Coll. Frac Limousin, Limoges

segunda-feira, 26 de março de 2012

Piet Mondrian


Broadway Boogie Woogie, 1942/43

Como inserir a assinatura sem interferir na composição? Vejam as iniciais PM em vermelho, dentro de um quadrado azul no canto esquerdo (no detalhe, abaixo, fica mais fácil ver). O ano está na mesma linha, em outro quadrado azul, no canto direito.