quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Vincenzo Accame

Imagem do livro Poesure et Peintrie. Mais imagens no site do artista (em italiano): http://www.vincenzoaccame.com/
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Herb Lubalin




Logotipo, cartão de visita, lettering e cartazes desenhados por Lubalin. Escolhi alguns em que o ampersand tem um destaque.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Hudnilson Jr.
Narciso, xerox
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Kazunari Hattori



"TAKEO DESK DIARY 2006 Vol.48"
sábado, 3 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Julio Plaza
A criação do livro como forma de arte comporta um distanciamento critico em relação ao livro tradicional; contestando o recria se a tradição em tradução criativa, fazendo surgir novas configurações e formas de leitura. Com a mudança do sistema linear para o simultâneo, mudamos também a sistemática de leitura, não mais lidamos com símbolos abstratos, mas com figuras, desenhos, diagramas e imagens. Livro é montagem de signos, de espaços, onde convém diferenciar os diferentes tipos de montagem já que este procedimento “é o processo fundamental da organização dos signos icônicos". Distingue se basicamente três tipos de montagem, extensivos a toda arte contemporânea.
1. Montagem sintática: onde a mensagem estética é fortemente autoreferente, voltada para si mesma, dai seu caráter de ambigüidade, pois ela está basicamente organizada pela similaridade. Encontra se no cubismo e sobretudo em Mondrian como também na plástica minimalista. No cinema a montagem é sintática encontra se também em Eisenstein com o filme "O encouraçado Potemkin" e em "Limite" de Mário Peixoto, com claro predomínio da similaridade e do trocadilho visual. Em termos de livro de artista a montagem sintática está nos livros que tem seu suporte como forma significante, onde existe interpenetração entre a informação e o suporte como o caso do livro objeto, livro poema, ou ainda livro obra, isto é, que a estrutura espaço temporal do livro é tida em conta; nestas condições o livro é intraduzível para outro sistema, ou meio. O livro, neste caso permite o intercâmbio montagem das suas folhas criando e recriando estruturas poéticas (Colidouescapo). Permite estabelecer uma seqüência espaço temporal recuperando a informação anterior como memória (Poética Política) ou ainda explodir no espaço à procura de significados (Poemóbiles) ou ainda pode ser destruído no ato de folhar (Aumente sua renda) ou mesmo permitir a circularidade através de duas possíveis leituras: começo por qualquer uma das capas.
2. Montagem semântica: ou colagem que é o' "normal médio" do universo icônico (ficando entendido que esta classificação não representa uma escala de valores nem um estudo diacrônico). A montagem semântica (colagem) ainda que privilegiando a semelhança, tem tendência para a diferença, a contigüidade, como acontece no jornal, no cubismo de Picasso e Braque, na pintura de Klee e Kandinsky. Como exemplo de livros poderia se colocar "Alice no pais das maravilhas" de Lewis Carrol ilustrado por John Tenniel, onde o artista busca uma similaridade de significado, mas não de forma. Em William Blake ilustrando um poema de Edward Young ou mesmo Eugene Delacroix com as litografias que ilustram "0 Corvo" de Edgard Allan Poe, em tradução de Mallarmé (Paris, 1885).
3. Montagem pragmática ou bricolagem, onde a tendência é para a mistura e junção de elementos provenientes de outras estruturas estéticas. Rauschenberg vai para a bricolagem na mesma medida que o happening e a performance. É o que Marcel Duchamp propõe no seu livro "Boite en Valise", ao fazer um pequeno museu portátil com as reproduções em miniatura de seus "Ready mades”. Bricolagem existe na Praça da Sé de São Paulo, kitschizada pelas elites culturais com um amontoado de esculturas, assim como a estação Rodoviária da mesma cidade. A chamada "Mail Art” e seus suportes de repro e produção tendem a bricolagem, marcando uma forte tendência para a estética da recepção.
As publicações coletivas de trabalhos criativos, os livros "intermedia" e "documento" inserem-se neste tipo de montagem.
PLAZA. Julio. O livro como forma de arte (I). Arte em São Paulo, São Paulo, n.6, abr., 1982.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
sábado, 27 de dezembro de 2008
Marcelo Drummond

Onomatopéicos, da série “Tipos Híbridos”papel cartão impresso e durex; 18 x 10,5 cm; 2002
Graduado em Comunicação Visual (88) pela Universidade Estadual de Minas Gerais (antiga FUMA), cumprindo atualmente o programa de Doutorado na Facultad de Bellas Artes / Universidade de Barcelona, Espanha, onde desenvolve pesquisa sobre a tipografia vernacular no Brasil, como bolsista da CAPES. É professor do Departamento de Desenho da Escola de Belas Artes. Tem no prelo “Tipos Híbridos”, Tipografia Experimental. Em 2000, seu trabalho “Trufa Tipográfica” recebeu o VII Prémio Internacional de Poesia ‘Joan Brossa’, em Barcelona, Espanha. Outros trabalhos podem ser vistos aqui.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Hilal Sami Hilal

Hilal Sami Hilal (Vitória, ES, 1952). Vive e trabalha em Vitória, ES.
Capixaba de origem síria, Hilal Sami Hilal iniciou-se, nos anos 1970, no desenho e aquarela para depois decidir se aprofundar em técnicas japonesas de confecção do papel. A partir daí, com uma viagem ao Japão, sua pesquisa intensificou-se, resultando numa segunda viagem a esse país no final dos anos 1980. Cruzando influências culturais entre o Oriente e o Ocidente, entre a tradição moderna ocidental e a antiga arte islâmica, surgiram suas “rendas”. Confeccionadas com um material exclusivo, criado com celulose retirada de trapos de algodão e misturada com pigmentos, resina e pó de ferro e de alumínio, as rendas privilegiam a força gestual do artista. Que assim constrói a tela a partir de linhas que se cruzam, de cores que se revelam na mistura dos materiais e da sensação de ausência gerada pelos espaços em branco. O trabalho, colocado a curta distância da parede, beneficia-se das sombras projetadas, criando um rendilhado virtual. Algumas de suas obras são realizadas apenas com resina acrílica, criando o mesmo efeito visual. Esteve no Panorama da Arte Brasileira, MAM/SP, em 1998. Em 2007/2008 teve uma grande mostra de sua obra exposta no Museu da Vale, Vitória, Espírito Santo, com curadoria de Paulo Herkenhoff. (via Ministério da Cultura).
sábado, 20 de dezembro de 2008
Klaxon
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
René Magritte

Oil on canvas
73.00 x 54.50 cm (framed: 91.80 x 73.00 x 7.00 cm)
National Galleries of Scotland, Edinburgh
























