quinta-feira, 20 de março de 2008

Damien Hirst







A última ceia

série de 13 serigrafias - 152,5 x 101,5 cm cada.

O nome do artista virou logotipo, imitando o logotipo de laboratórios

quarta-feira, 19 de março de 2008

Christian Robert-Tissot




Alguns trabalhos deste jovem artista italiano. A pintura demanda todo o espaço, e o museu se transforma pelo uso da palavra associada com a cor.

terça-feira, 18 de março de 2008

quase um poema

Quase um poema pronto
desenho (carvão e acrílica sobre papel - 0,90 x 300 cm) 2005

O título foi tirado de um poema do Bukowski; a figura lendo é de uma gravura italiana, que está no acervo da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro; a borboleta 88 é de um selo e a prensa foi o Marcos quem desenhou, estava no Centro de Cultura Patrícia Galvão, em Santos. A mão é minha mesmo, mas foi desenhada com a mão esquerda.

Giacommo Balla

sexta-feira, 14 de março de 2008

quinta-feira, 13 de março de 2008

Jan Lenica

cartaz de circo, especialidade polonesa
Jan Lenica, 1976

quarta-feira, 12 de março de 2008

Rembrandt



(...) impossível não evocar aqui esse outro monograma, tão marcadamente em suspenso, que considera, estupefato com seu brilho, com seu poder, e a liberdade conseguida depois que o doutor Fausto de Rembrandt ousou traçar e pronunciar(...)
(trecho de As palavras na pintura, de Michel Butor. tradução de Amir Brito Cadôr)

terça-feira, 11 de março de 2008

etruscos

exemplo de inscrição em pedra. A escrita tinha um significado especial para este povo, que preenchia com textos objetos do cotidiano, como espelhos.

A escrita não é unidirecional, ou seja, pode ser lida em mais de um sentido, de modo a facilitar a integração de texto e imagem.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Iliazd



trabalhos do poeta e tipógrafo russo Ilia Zdanevic, também conhecido como Iliazd

sexta-feira, 7 de março de 2008

Buzz Spector


Livro rasgado, cada folha um pouco menor do que a precedente, de modo a mostrar um pouco do que está na folha de baixo. É um livro-texto que torna a leitura impossível. No site do artista tem outros exemplos de livros alterados (altered books) e alguns ensaios.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Eerdekens




Aqui tem mais trabalhos deste artista que utiliza materiais inusitados para escrever palavras com a sombra projetada dos objetos.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Kazuaki Tanahashi


O calígrafo japonês tem realizado demonstrações de shodô nos Estados Unidos desde a década de 70.

Foi publicada no ano passado a tradução de Brushmind (O Coração do Pincel), aforismos a respeito da caligrafia, ilustrado com desenhos de um só traço.

terça-feira, 4 de março de 2008

Objeto Quase

Objeto quase é o nome de um livro em que o formato reforça o sentido das imagens nele contidas. Formado por uma única folha de papel dobrada três vezes, o mesmo desenho é repetido em cada uma das 8 páginas, cada vez realizado com um pincel diferente. A mão acompanha o formato da página para desenhar um círculo (ou quase um círculo, o que justifica o título). A repetição neste caso funciona como uma série de aproximações para atingir o círculo perfeito.

O círculo é uma das figuras geométricas que fazem parte do vocabulário de formas básicas utilizadas para o desenho de letras.

Para Octavio Paz, a prosa, o relato, o discurso e a demonstração são lineares, têm um começo e um fim. A poesia, assim como a canção, o mito e outras expressões poéticas, sempre é auto-suficiente, o que corresponde à figura de um círculo, um desenho que remete a si mesmo e nunca termina.

Este tipo de desenho remete aos círculos desenhados pelos monges budistas Zen com um único traço. É realizado como um exercício de concentração, em que a unidade do pincel e da tinta se realiza de uma forma absoluta. A linha feita com o pincel ganha espessura, é figura e contorno ao mesmo tempo. O gesto do calígrafo estabelece o limite entre o dentro e o fora. O espaço branco que fica no interior do círculo faz parte do desenho, tanto quanto a tinta preta. Entre os orientais, a perfeição do círculo branco merece a admiração por colocar em evidência o vazio.

Para os calígrafos do Japão, o desenho de um círculo feito à mão sem o auxílio de nenhum instrumento é um exemplo de destreza e precisão – nada falta e nada excede.

A estrutura do livro repete o desenho de um círculo. Qualquer uma das páginas pode ser o começo ou o fim, dependendo da maneira como o livro é dobrado. Não existe diferenciação entre a capa e as páginas internas, a forma é o conteúdo.


(trecho da dissertação de mestrado Imagens Escritas, defendida na Unicamp em maio de 2007)

Hugo Duchateau


Estes pincéis adaptados entram para aquela categoria de objetos improváveis, do Jacques Carelman.

segunda-feira, 3 de março de 2008

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

C.S. Peirce

O que parece a abertura de um salmo ("Estranhas coisas se murmuram de ti, Sião, cidade de nossa rainha"), e abaixo um comentário não-verbal ao poema O Corvo de Poe.


(trabalhos reproduzidos em Semiótica e Literatura, do Décio Pignatari)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

John Baldessari


Estes dois quadros são da década de 1960. Gosto da ironia do artista nestas suas telas. Um pintor de letreiros foi contratado para fazer estas pinturas.

Nesta outra série, o título não explica nada, e algumas vezes ajuda a confundir.





quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Oded Ezer



Trabalhos do israelense Oded Ezer. Ele fez uns bichos tipográficos que são curiosos, para dizer o mínimo.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Hogarth



Este par de gravuras tem o sugestivo título "antes" e "depois"