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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Bern Porter


Listen to this page (The Book of Do’s, 1982)

Bern Porter (1911–2004): Trained in physics, Porter worked on the development of the cathode-ray tube and subsequently joined the Manhattan Project, the American research team charged with assembling the first atomic bomb. Disillusioned by the great destruction wrought by this unleashed force and motivated to make art out of the printed matter (newspaper circulars, magazine advertisements, and sweepstakes mailers) that arrived in his mailbox, or that he discovered in trashcans, Porter walked away from applied science to dedicate his life to the creation of “founds,” visual poems constructed out of cut, pasted, and torn papers. One of these works displays the appropriated phrase “Listen to this page,” capturing Porter’s indefatigable ability to ascertain the marvelous in the mundane.(via http://www.colby.edu/museum/exhibition/listen-to-this-page-works-by-bern-porter-from-colby-college-special-collections/)

Mais info: http://www.kenyonreview.org/2012/08/interrogations-of-the-blank-page-on-bern-porter-part-i/

quarta-feira, 8 de abril de 2015

David Antin


Skypoems, 1987-1988

Imagens publicadas no catálogo da exposição Poetry Plastique, disponível em PDF:
http://issuu.com/amir_brito/docs/poetry_plastique

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Augusto de Campos - Profilogramas


profilograma pound/maiakóvski

geraldo de barros

dp

O profilograma de Décio Pignatari foi composto em comemoração aos 60 anos do poeta. Faz parte do  perfil a citação de autores traduzidos por Décio (Oswald, Dante, Pound), o nome de poemas (LIFE, organismo), a citação de um procedimento de composição da fase heróica (a repetição "e no entanto").

Na geleia geral brasileira alguém tem de exercer as funções de medula e de osso.
Augusto de Campos, por ocasião dos 60 anos de Décio Pignatari (1987), elaborou um profilocaligrama dp que assim se inicia: “a geléia geral/que te deve até o nome/não engoliu o teu/décio pignatari/medula e osso”…! Entre outras tantas expressões cunhadas por Décio Pignatari, não poderia me esquecer de O poeta é o designer da linguagem.  




quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

domingo, 19 de janeiro de 2014

Jean François Bory



Jean-François Bory (1938). Poema publicado na Anthologie du Concretisme, Chicago Review, n.4, 1967.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Salette Tavares

arranhisso


efes

Anthology of Concrete Poetry


Anthology of Concrete Poetry

Edited by Emmett Williams
342 pages
6.12 x 9.25 inches
Black & White
November 2013
$28

After four decades, Something Else Press’s seminal An Anthology of Concrete Poetry is back in print. Originally published in 1967, it was the first comprehensive American anthology focusing on the international movement of Concrete Poetry, which began in the early 50s, taking shape in parallel form in Brazil, Sweden, Iceland, Germany and Austria.

Featuring 77 writers/artists from over a dozen countries:
Ronaldo Azeredo
Stephen Bann
Carlo Belloli
Max Bense
Edgard Braga
Claus Bremer
Augusto de Campos
Haroldo de Campos
Henri Chopin
Carl Friedrich Claus
Bob Cobbing
Paul de Vree
Reinhard Döhl
Öyvind Fahlström
Ian Hamilton Finlay
John Furnival
Heinz Gappmayr
Ilse and Pierre Garnier
Matthias Goeritz
Eugen Gomringer
José Lino Grünewald
Brion Gysin
Al Hansen
Åke Hodell
Dom Sylvester Houédard
Ernst Jandl
Kitasono Katue
Jiri Kolar
Ferdinand Kriwet
Arrigo Lora-Totino
Jackson Mac Low
Hansjörg Mayer
Franz Mon
Edwin Morgan
Maurizio Nannucci
bp Nichol
Hans-Jørgen Nielsen
Seiichi Niikuni
Ladislav Novák
Décio Pignatari
Vlademir Dias Pino
Luiz Angelo Pinto

Diter Rot
Gerhard Rühm
Aram Saroyan
Mary Ellen Solt
Adriano Spatola
Daniel Spoerri
Emmett Williams
Pedro Xisto
and more

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Luis Pazos

onomatopeia em poema visual de Luis Pazos

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Lenora de Barros


publicado na revista Zero à Esquerda, editada por Omar Khouri e Paulo Miranda.
Este poema faz parte da mostra "Ainda - o livro como performance", que será realizada no Museu de Arte da Pampulha

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

sábado, 29 de junho de 2013

Gastão de Magalhães



Was ist Kunst? – Mirrors of production

Artistas: Raša Todosijevic, Dan Perjovschi & Mark Schreiber, Július Koller, Regina Vater, Viola Yeşiltaç, Hugo Canoilas, IRWIN, UlaJohnsen e Gastão de Magalhães
Curador: Tobi Maier

A exposição Was ist Kunst? – Mirrors of production, com curadoria de Tobi Maier, introduz a questão o que é arte?a partir da apresentação de trabalhos de diferentes artistas, brasileiros e europeus, muitos deles apresentados pela primeira vez no país. O título da exposição parte da pergunta feita em lingua alemã em duas séries de trabalhos apresentados na exposição: Was is tKunst? (What is art?/ o que é arte?), criada independentemente pelo artista servo Raša Todosijevic e pelo coletivo esloveno IRWIN durante o período de 1970 e começo de 1980, respectivamente.
Com uma pluralidade de suportes – da fotografia à pintura; da joalheria à performance – a exposição não tem o intuito de responder esta cativante pergunta. A história da arte moderna é marcada pela dificuldade e multiplicidade sobre a noção de arte. Was ist Kunst? – Mirrors of production busca ser um prazeroso jogo que mostra os modos como esses artistas olham para arte, de uma perspectiva metafísica, estética e histórica e também de um ponto de vista de crítica institucional operando dentro do ambiente das galerias de arte contemporâneas e do sistema dos museus.
O catálogo acompanha o texto do curador introduzindo os trabalhos apresentados na exposição
What ist Kunst? – Mirrors of production.

GASTÃO DE MAGALHÃES, 1953, São Paulo, vive e trabalha em São Paulo.
Foi incluído na 7ª e 8ª exposição JAC no MAC/USP em 1973 e 1974; na 14ªe16ª Bienal de São Paulo, 1977 e 1981 e em várias outras exposições no mundo. Entre muitas performances podemos destacar ‘Interferência’ na Pinacoteca do Estado de São Paulo 1986. Recentemente participou da exposição Subservise Pratices, Württembergischer Kunstverein, Stuttgart, Alemanha 2009; Redes alternativas, MAC/USP, São Paulo 2011.Em 2012 apresentou uma exposição individual na Document Art Gallery em Buenos Aires, Argentina.

GALERIA JAQUELINE MARTINS
– São Paulo, 10 de Julho – 17 de Agosto 2013
Abertura: Quarta-feira, 10 de Julho, 18h-22h

Rua Doutor Virgílio de Carvalho Pinto,74
Bairrro de Pinheiros
São Paulo/SP -BRASIL

terça-feira, 18 de junho de 2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Seiichi Niikumi


 river / sandbank



a água do rio e o banco de areia

quinta-feira, 14 de março de 2013

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Franz Mon

 
1926, Frankfurt, Alemanha - Vive em Frankfurt
​ Como poeta e artista, Franz Mon joga com aspectos essenciais da linguagem e do texto. Mon aproveita-se de mídias prontas e disponíveis: máquinas de escrever, xilogravuras, adesivos de letras e gravações de áudio, entre outras. Desde a década de 1960, as máquinas de escrever têm sido seu principal instrumento para dar forma a constelações em letras de poesia concreta e experimental. Suas colagens e poemas visuais transmitem mensagens com conotações surreais e desafiam a legibilidade habitual: texto e imagem coincidem e juntos informam a percepção.(http://www.bienal.org.br)