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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Augusto de Campos e Julio Plaza


Capa do livro Reduchamp, reeditado pela editora Annablume em 2009

REDUCHAMP é um poema-ensaio, num livro-poema em que Augusto de Campos reinventa a crítica da arte. Ilustrado com iconogramas do artista e teórico Julio Plaza, os autores expõem em imagens e versos, pura prosa porosa, a poética de Marcel Duchamp. Lançado em 1976, numa edição dos autores, o livro é resultado de uma parceria das mais inovadoras e de fundamental importância para as artes gráficas e suas relações com a poesia no Brasil, que se iniciou com POEMÓBILES (1974, reeditado em 1985) e CAIXA PRETA (1975). Duchamp é um iniciador. Ele já estava lá, antes, profanando o que era considerado estético, transformando um gesto filosófico em obra de arte: (texto retirado do site da editora)

A primeira edição foi publicada pelas Edições S.T.R.I.P (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Poética).


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Encarte Lei Seca








ENCARTE LEI SECA, 1979

Carlos Fajardo
Gabriel Borba
Julio Plaza
Leonhard Duch
Mauricio Fridman
Regina Silveira
"Este é um envelope de folhas soltas, com obras visuais, de artistas plásticos brasileiros. Consegui este álbum no inicio dos anos 1980, mas não tenho a data precisa. Pode ser 1976, pois há uma obra com esta data. Calculo circa 1980. Trata-se de Poesia visual? Artes Plásticas? Arte Conceitual? Não sei dizer direito, sei que na época curti e ainda gosto. É meio artesanal e meio impresso. Explico. Uma parte está previamente impresso, e a outra parte é intervenção do artista. Por exemplo o fósforo queimado foi queimado de fato e colado com fita na folha, pelo Julio Plaza". (o gramatologia contando com a colaboração dos arquivos incríveis de João Antonio de Almeida)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Ivens Machado

Cadernos nº1 e nº3, 1974/1979
Galeria Saramenha


“Os desenhos de Ivens – 1974 – reproduzem fielmente, em uma primeira olhada, as
pautas de um caderno. A atividade de desenhar reduz-se à monotonia do gesto que
organiza o espaço segundo as exigências da escritura. A folha é ocupada em sua
totalidade, conforme o ponto de vista desta lógica. Malha cerrada que aparece
com toda força do que ela pode instrumentalizar. De repente, nos damos conta de
que alguma coisa aconteceu. A folha de caderno não funciona como deveria. São,
por exemplo, poucas linhas que se romperam ficando penduradas, como uma
armadilha virtual para escritura. Em outro desenho, aparecem linhas que
quebraram e foram emendadas por um pequeno nó. À lógica do poder deste espaço
marcado para a escritura, o artista impõe outra lógica. São páginas de caderno
que jamais serão escritas. A totalidade de seu espaço está comprometida pela
disfunção de uma de suas partes. As linhas rompidas quebram a lógica que as
regulava. Jamais serão escritas, porque, além disso, apresentam-se deslocadas de
seu contexto habitual, resguardadas pelo novo estatuto que possuem – o estatuto
de arte."

Fernando Cocchiarale.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ivald Granato

Art-Performance, 1964-1978


Acima, páginas do livro Art-Performance 1964/1978, reeditado recentemente pela JJ Carol. O livro pode ser visto no site do Granato. O site tem imagens de outros livros dele.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Paulo Bruscky








Bruscky Invent's
Este é o livro completo, 4 páginas em xerox, incluindo a capa, grampeados. A câmera para filmar sonhos é o meu predileto.

sábado, 29 de agosto de 2009

Waltercio Caldas

Quem é, quem é... (Cinema), 1988
Objeto realizado em 1987. Recorte de estórias em quadrinhos em novo arranjo, produzindo outra narrativa. Dedicado à Laura Caldas, filha do artista.
Exemplar único.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

sábado, 15 de agosto de 2009

Entro























Este poema pode ser visto no site que fiz para a minha dissertação, e também em uma versão em flash, neste outro site.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Paulo Bruscky e Daniel Santiago


Outra Pedra de Rosetta, 1974
Folhas de jornal cortadas e encadernadas
21 x 14 cm, Recife.
Tiragem de 161 exemplares diferentes, numerados e assinados.



quarta-feira, 15 de julho de 2009

Alex Hamburger


Biologia de um Mineroslavo, 1991
Inedições AAGÁ
impressão gráfica (300 exemplares numerados pelo autor)
16 x 9
Foto arquivo do artista

terça-feira, 14 de julho de 2009

Guto Lacaz

Contas Anacíclicas
poemas acidentais
formato: 14x21 cm. 24 páginas.

Neste precioso livrinho impresso em papel de excelente qualidade, Guto Lacaz apresenta "23 casos deste curioso fenômeno". Ele se refere aos palíndromos numéricos que encontrava ao pedir pratos e acompanhamentos nos restaurantes. "Como bálsamo pelo valor da conta, recebia um palíndromo de brinde." Para quem não sabe, palíndromos ou anacíclicos são essas construções que permitem leitura também da direita para a esquerda, como "erro comum ocorre". As letras douradas do título estão impressas sobre capa vermelha (ou amarela, depende do exemplar).

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Alex Vallauri





3 crianças vão ao dentista, 9 minutos para cada uma, 3 x 9: 27.
São Paulo, Edições 27, 1982.

Um livro do pioneiro do graffiti no Brasil. Carimbos e xerox: Alex Vallauri / Caíto (Luiz Carlos Martinho).

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Osmar Dillon

Lua cheia, 1972
objeto móvel em acrílico
22 cm de diâmetro
edição de 100 ex.



Luz, objeto poema, 1971
múltiplo, realizado em acrílico transparente na década de 1970


Luz (1972/2010)
11,5 x 11,5 x 13 cm
acrílico e espelho
100 ex.
Um poema-livro da década de 1960

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Rafael França

Rafael França, 1978/1979

Sem título, fotocópias s/ papel (livro de artista)
Sequência de 6 imagens, 25,1 x 40,3 cm

Sem título, s.d. fotocópias s/ papel (livro de artista)
Sequência de 9 imagens, 25 x 40,6 cm

"O artista imprimia gravuras com técnicas tradicionais sobre papéis industriais e menos "artísticos", como o couché, e, por outro lado, fazia fotocópias em papéis importados de puro algodão, para extrair qualidades mais próximas às da gravura tradicional."

Imagens do catálogo Sem medo da vertigem, exposição realizada no paço das Artes em 1997, organização editorial de Helouise Costa, Prefácio de Regina Silveira.

sábado, 2 de maio de 2009

Lenir de Miranda



Passaporte de Ulisses, 2003
200 x 13,50 cm, 44 págs
"Em Joyce, Ulisses, as palavras tramam miríades de significados e imagens multidimensionais, as quais me conduzem no aparecimento da pintura, das páginas e de possíveis outras palavras.
As palavras, em Joyce, abarcam um espaço/tempo de total plasticidade, um cubismo, que nos toma de surpresa não-linear, num caos fértil, a partir do qual visitamos mundos em infinitas expansões em nossa mente.

Somos Ulisses, cada qual em sua nave, seus sinais, com os quais retorna em seu auto-conhecimento, através de seus pensamentos, sua linguagem, suas interpretações. "
Lenir de Miranda, agosto de 2002.

Este livro pode ser adquirido diretamente com a autora, no site http://lenirdemiranda.com


terça-feira, 31 de março de 2009

Guto Lacaz


Eu te Omo


orgasmo múltiplo

páginas do livro InVeja, 2007
O Guto Lacaz está com um site novo, com muito material que eu desconhecia. Tem a produção de Artes Plásticas, que inclui os objetos, instalações e performances (este foi meu primeiro contato com sua obra, nas páginas da revista Chiclete com Banana, nos anos 80) e uma parte Gráfica, com logotipos, cartazes, livros.