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sábado, 26 de novembro de 2011

Hans Hartung

T51-9, 1951

T1956-9
1956. 180 x 137cm.
Antibes, Colection Anne-Eva Bergman.

Composition P1960-14
Pastel sobre papel 1960, signiert und datiert

 Graustufen, 11,1 x 15,7


 "1". Farbradierung auf Kupfer, 1953
50,5 x 65,8 cm

"24"
Radierung 1953
50,3 x 66 cm
Exemplar 25/100 sign. num.
Auflage ca. 100 Exemplare
Schmücking S. 53

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Timothy Donaldson



Big Writing Series



Reading 1997

This is the writing instrument: a brush 2' (0.6m) in width, constructed from four 6" (15cm) brushes held together in a wooden frame and attached to a wooden pole.

more info: http://www.timothydonaldson.com/

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Brian Kennon

Black and White Reproductions of the Abstract Expressionists






The entire body work of by the Abstract Expressionists is reduced down into a canon of 13 paintings by 13 artists, then reduced even further by being reproduced in black and white (with the paintings true colors indexed neatly around the edges).

http://www.2ndcannons.com/f_books.html

terça-feira, 19 de julho de 2011

Zao Wou-Ki





Je ne parle pas un mot de français. Michaux pas un mot de chinois. On se comprend très bien. Notre langage commun, c’était la peinture.
l’art de Michaux, même quand il est peint, est un art de l’Ecrit. D’où cette fascination pour l’encre qui symbolise à elle seule le point de rencontre entre écriture et peinture. D’où cet intérêt constant pour la calligraphie chinoise où un caractère est à lui seul poème et dessin.
J’admirais beaucoup, de mon côté, le graphisme de Michaux, la liberté de son trait, l’originalité de ses idéogrammes occidentaux, coupés de toute signification sémantique. Son art est lié à une certaine façon d’écrire, à l’invention d’un vocabulaire de signes qui n’appartiennent qu’à lui.
Zao Wou-Ki



Eu não falo uma palavra de francês. Michaux não fala uma palavra de chinês. Nos compreendemos muito bem. Nossa linguagem comum é a pintura.
A arte de Michaux, mesmo quando ele pinta, é uma arte da escrita. De onde vem esta fascinação pela tinta que simboliza por si mesma o ponto de encontro entre a escritura e a pintura. De onde seu interesse pela caligrafia chinesa onde um caractere é ao mesmo tempo poema e desenho.
Eu admiro muito, de minha parte, o grafismo de Michaux, a liberdade de seu traço, a originalidade de seus ideogramas ocidentais, livres de toda significação semântica. Sua arte é ligada a uma certa maneira de escrever, à invenção de um vocabulário de signos que não pertencem a mais ninguém a não ser a ele.
Zao Wou-Ki

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pierre Soulages


Encontrei esse livro hoje que mostra o ateliê do Pierre Soulages, com destaque para os pincéis que ele inventou para pintar telas de quatro metros.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

sábado, 6 de março de 2010

David Reed

#49, 1974
76 x 44 inches
Collection of the Museum of Contemporary Art, San Diego

#42, 1974
76 x 44 inches
Collection Museum of Contemporary Art, San Diego

Pinturas da série Brushstrokes (1974-75). Outras imagens no site do artista.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Jean Degottex



Tréompan, septembre 1954
Encre de Chine sur papier.

Vague n°3, septembre 1954
Encre de Chine sur papier
64 x 50 cm

Jean Degottex (1918-1988) est l'un des artistes majeurs de l'abstraction de la seconde moitié du XXe siècle.

Jean Degottex d'abord marqué par le fauvisme, se rapproche après-guerre des peintres abstraits lyriques Bazaine ou Manessier et s'engage dans des recherches non figuratives. Il obtient le prix Kandinsky en 1951. Les rencontres du critique Charles Estienne et de l'écrivain André Breton sont capitales dans son évolution. En 1954, il adhère à la pensée orientale et aux notions essentielles du zen que sont le vide, le souffle vital et la longue méditation.
Il pratique la rapidité du geste qui confond en un signe l'expression de ses propres émotions et la vérité de l'objet observé. En 1981, il obtient le grand prix national de Peinture. Cette monographie permet à travers sept séquences chronologiques proposées par Jean Degottex lui-même une rencontre par le biais des thèmes de son oeuvre : la couleur, la nature, le signe, l'écriture, la sérialisation, la texture, le vide matière, la pensée zen.Etudes et témoignages accompagnent notre regard dans le parcours de l'artiste.
(texto de apresentação da monografia sobre Jean Degottex)

suite ecriture VIII, 1962

(esta postagem é dedicada ao Tim Gaze, poeta australianao que fez a revista asemic writing.)


http://thenewpostliterate.blogspot.com/
http://abstractcomics.blogspot.com/
http://www.lulu.com/content/3737514

domingo, 24 de janeiro de 2010

Shinichi Maruyama



O desenho acima na verdade é uma fotografia do artista japonês que reinventou a caligrafia no século 21: http://www.shinichimaruyama.com/

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Regina Silveira e Julio Plaza

Técnica do Pincel, 1974
serigrafia em cores e nanquim s/ papel
doação dos artistas
Acervo MAC/USP
A série didática "on-off", de Julio Plaza e Regina Silveira, dá instruções explícitas para uma intervenção artística em Técnica do Pincel. Diz o texto: "agarre o pincel pela ponta, para estar mais seguro, quando quiser pintar um pormenor ou dar uma pincelada particularmente vigorosa e expressiva". Logo abaixo, um retrato de Marilyn Monroe, à maneira de Andy Warhol, com uma pincelada vigorosa no centro.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

oriente e ocidente

Franz Kline em seu estúdio na14thSt, NY, 7 April 1961

Abdelkebir Rabi

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Gesto caligráfico

Jackson Pollock

Robert Motherwell, Samurai

Tápies, China

Tápies, cercle roge

Tápies, cadira

Hans Hartung, composition 1949 L06

Henri Michaux, Lithographie, 1967

Na segunda metade do século XX, alguns artistas olharam para o Oriente em busca de um gesto expressivo, caligráfico. Jackson Pollock teve aulas de caligrafia em um mosteiro zen de New York.