sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

The enso in Japanese art

An enso is a circle that forms an important theme in Japanese art:


Torei, Enso

The Zen symbol "supreme" is an enso, a circle of enlightenment. The Shinjinmei, written in the sixth century, refers to the Great Way of Zen as "A circle like vast space, lacking nothing, and nothing in excess," and this statement is often used as an inscription on enso paintings. The earliest reference to a written enso, the first Zen painting, occurs in the Keitokudento-roku, composed in the eighth century:

A monk asked Master Isan for a gatha expressing enlightenment. Isan refused saying, "It is right in front of your face, why should I express it in brush and ink?"

The monk then asked Kyozan, another master, for something concrete. Kyozan drew a circle on a piece of paper, and said, "Thinking about this is and then understanding it is second best; not thinking about it and understanding it is third best." (He did not say what is first best.)

Thereafter Zen circles became a central theme of Zen art. Enso range in shape from perfectly symmetrical to completely lopsided and in brushstroke (sometimes two brushstrokes) from thin and delicate to thick and massive. Most paintings have an accompanying inscription that gives the viewer a "hint" regarding the ultimate meaning of a particular Zen circle. The primary types of enso are: (1) Mirror enso: a simple circle, free of an accompanying inscription, leaving everything to the insight of the viewer. (2) Universe enso: a circle that represents the cosmos (modern physics also postulates curved space). (3) Moon enso: the full moon, clear and bright, silently illuminating all beings without discrimination, symbolizes Buddhist enlightenment. (4) Zero enso: in addition to being curved, time and space are "empty," yet they give birth to the fullness of existence. (5) Wheel enso: everything is subject to change, all life revolves in circles. (6)Sweet cake enso: Zen circles are profound but they are not abstract, and when enlightenment and the acts of daily life-"sipping tea and eating rice cakes"-are one, there is true Buddhism. (7) "What is this?" enso: the most frequently used inscription on Zen circle paintings, this is a pithy way of saying, "Don't let others fill your head with theories about Zen; discover the meaning for yourself!" via Shambala Zen Art Gallery


Calligraphy by Kanjuro Shibata XX

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Marian Bantjes

I Wonder

Marian Bantjes says: "I spent 15 months writing, illustrating and designing this book. It’s a gorgeous hardcover, with gold and silver foils on a satin cloth, with gilded page edges. It’s printed in 5 colours throughout (mostly CMYK + Gold) on a coated stock. At a smallish size, it is a book meant for holding and reading, curled up in your favourite chair".


"Every single illustration is new, created for the book, and the content is not about my work (i.e. not a monograph), but instead combines graphic art with the written word, and lends my own contemplative but frequently amused voice to my observations of the world."



"Some of the articles were originally published as blog posts for the now-archived blog Speak Up, but they have been resurrected, edited, rewritten and given new life in these pages."

"Those quirkier writings are interspersed between more philosophical musings on the nature of Wonder and Honour and Memory as they pertain to graphics and the visual world around us."

"As a book experience, the relationship between the content and the graphics is very important. They are totally interdependent and neither the articles nor the graphics can live without the other."

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Oficina do Cego


A Oficina do Cego é uma associação sem fins lucrativos que desenvolve trabalho no domínio das artes gráficas. Fundada em Lisboa, em 2009, dedica-se a desenvolver e promover todo um conjunto de práticas de impressão e auto-edição, oferecendo um vasto leque de workshops, seminários teóricos e exposições, assim como participa em eventos da área, a nível nacional e internacional. O seu nome foi subtraído ao de uma importante casa de impressão do século XVIII.

 

Christophe Boutin


Un singe en ville [Um gorila na cidade], Seuil Jeunesse, 2003


No café da manhã, Richard come uma banana.
Richard lê o jornal todas as manhãs.



Richard sempre anda de bicicleta...
mas quando é muito longe, ele prefere tomar o metrô.

Richard não usa sapatos...
porque ele não gosta nem um pouco

Richard ama os brinquedos.
Ele sempre coloca o dedo no nariz


Quando Richard vai retirar seu dinheiro no banco...
ele digita seu código secreto e aperta "confirmar".


No almoço, Richard come uma salada...
e termina com um cafezinho.

Richard envia suas cartas...
antes de voltar para casa para repousar.

Richard não é bonito, mas é muito gentil



Este é o livro completo, faz parte de uma coleção de livros de artista para crianças, criada pelo Christopher Boutin.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Thibaud Tissot



'This Is Not A Poster' is based on a poster that was designed for a previous exhibition L’industrie in summer 2009. onlab applied silk-screen-printing-technique on top of the existing poster and overprinted parts of the existing letters with a white translucent color. New red elements were added on a third layer on top of the extracted parts of the previous poster: by subtracting and adding elements onlab transformed the existing letters into new ones that read the new title This Is Not A Poster.


Gary Simmons

 Not Green, 1992

Black Chalkboard

sábado, 18 de dezembro de 2010

Rachid Koraichi

 figuras recortadas em chapas de metal

gravura em metal

Ronald King



Com um simples arame, Ron King fez este relevo nas páginas do livro. As pernas da figura de cima são as mesmas da figura de baixo, só que invertidas: o que antes era frente agora é verso.



Turn over, darling

A series of 6 double-sided blind-embossed images printed in wire, which, when folded and juxtaposed in sequence, make eleven reclining nudes which change position from front to back view.

75 signed copies – six 4 pp sections – 20 x15 cm on RWS hand-made paper and an unsigned, unlimited edition on Khadi Indian hand-made paper, both bound into tan hand-made paper covers and inserted into grey card slip-case. A final edition of 25 signed copies on RWS paper is available.

Esta página foi reproduzida em The Looking Book (A Pocket History of Circle Press 1967-1996), catálogo da exposição retrospectiva de 30 anos da Circle Press.

O artista nasceu no Brasil e mora na Inglaterra.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Tor Weeks


Field guide to typographic moustaches

A personalidade de um tipo, mostrda nestes bigodes tipográficos. Você pode comprar este cartaz aqui.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Ronaldo Azeredo


Capa de Orlando Marcucci para o livro Panagens de Ronaldo Azeredo

... ah! as “panagens”, cartões com tecidos, a Amedea artefinalizou, 50 exemplares artesanais, “Alfredo Volpi tornou possível esta edição” (assim como todas as da década de 70); metamorfoses: borboleta, pulmão, morcego, e uma única palavra: “arfar”, com o “f” convertido em ícone alado, borbolet(r)eando no azul do dia, vampirizando-se à noite, o tal “f”; fatal... (texto de Roland Azeredo)
Mas cinematográfico mesmo é o deslumbrante “poema das panagens” (1975), que costura formas, cores e texturas, planeta, pulmão e borboleta, ar, asa e "arfar", em dez pranchas-fotogramas vislumbradas por Ronaldo e entretecidas por Amedea. Sendo cinema (o meio que escrutina a mancha-pensamento), este poema é uma elegia à sensualidade cerebral. (texto de Carlos Adriano, que fez a primeira e única entrevista com o poeta)

Veja também:
resiste, ro. Augusto de Campos
de ro para ro. Roland Azeredo Campos

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Raymundo Colares






A partir do dia 18 de setembro, Raymundo Colares ganha retrospectiva no MAM-SP com curadoria de Luiz Camillo Osorio, curador do MAM-RJ. A mostra Raymundo Colares ocupa a Sala Paulo Figueiredo com obras emblemáticas da carreira do artista, tais como os Gibis, que terão duas réplicas para serem manuseadas pelo público, e as carrocerias de ônibus pintadas em alumínio. Compõem a mostra 56 obras, entre 26 pinturas, 15 fotocópias/desenhos, um vídeo sobre o artista e 14 gibis, além das duas réplicas.

Aproveitem e peçam o catálogo, é gratuito. A mostra vai até 19 de dezembro.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Gary Goldstein


Lotto: an altered book

Since 1984 till today Goldstein has worked on pages of used books which he finds in second hand book stores. He created over a hundred fifty unique altered books. In the last two decades he creates series of intimate, autonomous drawings, which he draws on pages, cut apart from used books. There is often a great intricacy of details. The layers of meaning are belied by the appealing graphic appearance of the work. The drawings are made in series and each series captures, preserves and archives a particular time in Goldstein’s life.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Selos (mini-cartazes)

 Gert Dumbar

 Erik Spiekerman

 Peter Bilak

 Max Kisman

Jean Benoit Levy


Gert Dumbar

Wim Crouwel

Neville Brody

Uma seleção de selos postais feitos por designers contemporâneos. O designer Fabio Lopez tem uma boa  pesquisa neste assunto. Ele também é autor de um artigo ilustrado publicado na revista Tupigrafia #9 sobre o design dos selos holandeses com foco na tipografia. Apresenta projetos de Wim Crouwel, Irma Boom, Karel Martens, Peter Bilak, Jan van Krimpen e outros.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Philadelpho Menezes

VIVO ART.MOV APRESENTA

Philadelpho: vídeo, áudio, arte

by tecmid

A Mostra Philadelpho: vídeo, áudio, arte, com curadoria de Christine Mello e Natália Aly, será exibido durante a programação do Vivo ARTE.MOV – evento que busca promover um espaço para produção e reflexão crítica em torno do tema “cultura da mobilidade”.

A mostra reúne obras do poeta, que foi pioneiro da literatura experimental, oferecendo ao público um panorama de sua produção em poesia sonora e videopoesia. O Prof. Philadelpho Menezes, junto à Profª Drª Lucia Santaella, foi o criador do curso de Tecnologia e Mídias Digitais – ministrado, primeiramente, pela PUC/SP – há 10 anos.

A homenagem é em memória aos dez anos de falecimento do poeta.

Local: SESC-Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 (próximo ao metrô Faria Lima).
Data: 01 de dezembro de 2010, quarta-feira.
Horário: a partir das 16h00.
http://blog.pucsp.br/tmd/

Conheça um pouco mais o trabalho do poeta, teórico e professor Philadelpho Menezes pelo documentário realizado pela TV Cultura, disponível em 9 partes aqui.

Augusto de Campos e Julio Plaza



Poemóbiles
Augusto de Campos e Julio Plaza
Caixa com 12 poemóbiles
ISBN: 978-85-631-9804-4


No Brasil, a experiência de livros-objeto nasce nitidamente do encontro entre poetas e artistas visuais nos períodos Concreto e Neoconcreto (final dos anos 50 e começo dos anos 60). A poesia concreta foi fundamental para sublinhar aspectos formais e sonoros das palavras, fazendo com que se descolassem da sintaxe tradicional, inventando uma outra sintaxe poética-visual para o texto. Como desdobramento das ideias desse período, os livros-objeto de Augusto de Campos e Julio Plaza são excelentes exemplos.
Objetos-poemas tridimensionais que se moviam à manipulação, POEMÓBILES é o resultado de uma parceria — das mais inovadoras e de fundamental importância para as artes gráficas e suas relações com a poesia no Brasil — entre o poeta Augusto de Campos e o artista e teórico Julio Plaza.


AUGUSTO DE CAMPOS (São Paulo, 1931) é poeta, tradutor, ensaísta e um dos criadores da poesia concreta. Sua principal produção poética está reunida em VIVA VAIA (1979), DESPOESIA (1994), NÃO (2003). Em colaboração com Julio Plaza publicou também CAIXA PRETA (1975), REDUCHAMP (1976/2009).

JULIO PLAZA (Madrid, 1938 - São Paulo, 2003), artista multimédia, pesquisador de meios eletrônicos, exposições em diversos países, autor de livros de artista, pesquisador em tradução intersemiótica. Autor de JULIO PLAZA-OBJETOS (1969), POÉTICA-POLÍTICA (1976), ARTE E VIDEOTEXTO (XVII bienal de São Paulo), VIDEOGRAFIA EM VIDEOTEXTO (1983) sobre tradução intersemiótica (1985).

Vicente do Rego Monteiro