sábado, 31 de julho de 2010

Yoshitomo Nara







Capa e páginas do livro "The lonesome puppy"

sexta-feira, 30 de julho de 2010

TiposLatinos 2010






Dia 11/08, quarta-feira, no Centro Cultural São Paulo:


17h – Visitas monitoradas com Fabio Lopez, Fernando Caro e Luciano Cardinali+ lançamento do catálogo TiposLatinos 2010


19h – O processo de projeto de fontes com Fernando Caro

Será apresentado o desenvolvimento das fontes Arauto e Petra, em exposição nos Tipos Latinos 2010. As duas apresentam diferentes caminhos de desenvolvimento: a primeira delas projetada para textos de jornais e a segunda, para livros. Parte-se das idéias de concepção, os rascunhos a mão, até o detalhamento de formas e os recursos Opentype.


19h30 – TiposLatinos: um panorama com Fabio Lopez

A palestra vai contar um pouco da experiência de ter sido o jurado brasileiro neste evento de grande importância para o desenvolvimento da tipografia latino-americana. Além de ser uma das maiores mostras de tipografia do mundo (esse ano acontece em 14 sedes) a Bienal Tipos Latinos é um evento de profunda troca de experiências relacionadas ao campo da tipografia, onde percebemos que nosso interesse pelas letras é apenas parte do que nos une nesse continente tão vasto em semelhanças e tão rico em diversidades. Falarei brevemente sobre a composição do corpo de jurados, do encontro inicial com os amigos sulamericanos, o primeiro dia de trabalho e a difícil tarefa de julgar tantos projetos em tão pouco tempo, discussões técnicas, filosóficas e políticas, o segundo dia de trabalho e o fechamento das categorias, avaliação do resultado, apontes para a próxima edição da Bienal, retorno dos participantes, quadro geral da mostra, problemas e conclusões sobre o desenvolvimento da tipografia na região.


20h – Debate: A produção tipográfica Latinoamericana
com Luciano Cardinali (mediador), Fabio Lopez e Fernando Caro...

Fernando Caro é designer gráfico formado pela Fau-Usp em 2007. Seu primeiro contato com design de tipos foi no trabalho de conclusão de curso, em que projetou uma fonte para jornais. A partir de então continuou projetando fontes, dando prioridade aos tipos para texto. Trabalha principalmente na área editorial, tendo participado do projeto gráfico da Folha de São Paulo em 2010.


Fabio Lopez é carioca de 1978, designer e mestre pela ESDI. Desde 1998 trabalha com pesquisa e desenvolvimento de fontes digitais, e tem projetos de design gráfico apresentados em exposições e publicações nacionais e internacionais. Em 2010, foi o jurado brasileiro da 4a mostra latino-americana de tipografia Tipos Latinos. Trabalha como freelancer em projetos de identidade, moda e ilustração, e pratica design subversivo nas horas vagas. Em 2007 aprontou uma bela confusão com o projeto 'War in Rio' - que lhe valeu 15 minutos de fama e a inimizade da cúpula de segurança do Estado do Rio. Tem um curso de tipografia chamado 'Typofreaks - tipografia diferente' e dá aula de design na PUC-Rio. Fotografa, escreve coisas estranhas e não larga o caderno....


Centro Cultural São Paulo

(Rua Vergueiro, 1000) mapa

Exposição de 26 de junho a 29 de agosto

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Julio Plaza


Julio Plaza. Objetos


O primeiro trabalho da série de “poemóbiles” é um poema de Augusto de Campos que acompanha a edição do livro “Objetos” de Julio Plaza, publicado pelo argentino Julio Pacello em 1969. O livro era formado por um conjunto de folhas soltas, dobradas ao meio, com formas abstratas que se modificavam de acordo com o manuseio, graças a cortes e vincos em determinadas áreas. As figuras possuiam grandes áreas de cor em azul, amarelo e vermelho, impresso em serigrafia em grande formato, acondicionado em uma caixa-luva revestida de tecido. O poema, que deveria servir de texto de apresentação para o livro, recebeu o mesmo tratamento das imagens. Para o livro “Poemóbiles”, um outro conjunto de poemas foi criado pensando nesta integração entre forma e significado, os cortes e dobras revelam e escondem palavras, permitindo níveis de leitura diversos, de acordo com o manuseio do leitor.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Augusto de Campos

poema-logotipo
Este poema foi depois adotado por Erthos Albino de Souza como logotipo para uma revista de poesia editada por ele na Bahia.

Longe daqui, aqui mesmo


Na 29.a Bienal de São Paulo, deste ano, Marilá Dardot e Fabio Morais vão fazer uma biblioteca que se chamará Longe daqui, aqui mesmo. Ela será um dos terreiros da mostra que, dentro do projeto curatorial, são áreas de pausa, convívio, celebração, reflexão, mistura. Uma das coleções de livros que haverá nessa biblioteca será formada por publicações de artistas.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cartaz


imagem da Enciclopédia Visual

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Cinema

Um artigo no New York Times comentava, há algum tempo, que a cerimonia do Oscar premia praticamente todos os aspectos envolvidos num filme à exceção de um fundamental: as sequências de abertura. Do ponto de vista do design, aquela breve narrativa reveste-se da maior importância. Tipografia, motion graphics, música, tudo é condensado naquela breve sequência, criada, na maior parte dos casos, por um designer. De Saul Bass a Kyle Cooper, passando, por cá, por Victor Palla muitos designers criaram magnificas sequências de abertura, às quais os curadores e historiadores de design vêm dando uma crescente atenção.
Título desenhado por Jean Cocteau para o filme Orfeu, 1950


Sam Peckimpah: Trafic, 1971

Na exposição, integrada na Experimentadesign 09 que o Museu Berardo acolheu, Quick Quick Slow a curadora Emily King reservou uma sala, na sua visão pessoal da história do design gráfico, para cerca de uma dezena de sequências de abertura.
Há muito que Emily King, cuja tese de mestrado analisava precisamente os genéricos, vêm trabalhando este objecto, constituindo o seu artigo Taking Credit: Film title sequences, publicado na Typotheque uma referência importante. Estranhamente, os estudos fílmicos ignoraram durante bastante tempo os genéricos, como se eles não fizessem parte do filme (e na verdade, muitas vezes, eram um filme autónomo), ao passo que os historiadores de design lhes davam uma atenção diferenciada olhando-os como um objecto gráfico e, novamente, considerando-os numa certa autonomia em relação ao filme.






Das Testament des Dr. Mabuse (1932) Fritz Lang
As sequências de abertura e os intertítulos dos filmes constituem um objecto particularmente interessante para o estudo da tipografia. Ainda hoje. Um artigo recente da Linotype destacava as fonts usadas pelos filmes vencedores da última edição dos Óscares: da Egyptian Bold Extended de Inglorious Basterds à Neue Helvetica de Precious.
Ainda actual, é a polémica gerada pela utilização da Papyrus (font desenhada por Chris Costello) no filme Avatar, que motivou mesmo esta divertida carta de agradecimento a James Cameron.
(postagem original do ótimo blog reactor)

terça-feira, 20 de julho de 2010

Lucas Di Pascuale


Lucas Di Pascuale (Córdoba, Argentina)

www.lucasdipascuale.com.ar

Exposição:
05 a 27 julho 2010 de 14 às 18h
(segunda a sexta-feira)

20 de julho às 18h
conversa com o artista + Marcelino Peixoto (Xepa)
e abertura Coleções Belo Horizonte

Galeria da Escola Guignard (UEMG)
Rua Ascânio Burlamarque, 540, Mangabeiras
Belo Horizonte, Brasil

Roy Lichtenstein


da série Brushstrokes

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Papel


'papel' é a primeira publicação realizada pelo grupo de pesquisa Rosa dos Ventos (UDESC/CNPq), em conjunto com a Editora da Casa. A produção deste livro partiu do interesse crescente dos membros do grupo Rosa dos Ventos pelo estudo de publicações de artista. O envolvimento de longa data de alguns dos artistas desse grupo com debates e experimentação nesse meio de expressão contagiou os demais membros, direcionando esforços coletivos para a realização dessa primeira proposta em forma de livro, que certamente abrirá caminho para outras produções afins.

Todos os trabalhos são inéditos e foram construídos exclusivamente para esta publicação, levando em consideração os aspectos estruturais da forma livro. Ao folhear a seqüência de páginas de 'papel', percebe-se que cada artista buscou refletir de diferentes maneiras acerca do impacto desse material em seus processos de produção artística, assim como a respeito de seu uso e reciclagem na cultura contemporânea. O livro também inclui a tradução de fragmentos de um texto de Mallarmé, Crise de Vers, realizada por Fernando Scheibe.

Artistas participantes: Claudia Zimmer, Francisco Warmling, Juliana Crispe, Márcia Sousa, Maria Araujo, Marina Moros, Nara Milioli, Pamella Queiroz, Raquel Stolf, Rosana Bortolin, Sandra Correia Favero, Silvana Macêdo e Silvia Simões. [via cadernos afetivos]

sábado, 17 de julho de 2010

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Oded Ezer

A homage to Milton Glaser’s I love NY logo. Oded Ezer is a compelling typographic artist, logo & type designer, lecturer, and typographic experimentalist.



Links: uma entrevista (em inglês) com Oded Ezer e seus tipos estranhos


quarta-feira, 14 de julho de 2010

Base V

Carbonated People
90 páginas, 12 cm x 9 cm
capa dura, tiragem 500 cópias
numerado e assinado

Carbonated People, de Danilo Oliveira, traz 29 desenhos de pessoas famosas que morreram em acidentes aéreos. Os desenhos são intercalados por folhas de papel carbono.


Besta
capa em couché laminado
10 cm x 8,5 cm, 64 páginas
impressão colorida

Série Imagens Achadas, série de publicações editadas aleatoriamente pelo Google, através da busca de imagens. Nesta edição a palavra elegida é Besta, por Base-V



Arty
capa em couché laminado
10 cm x 8,5 cm, 64 páginas
impressão em amarelo e preto

Série Imagens Achadas, série de publicações editadas aleatoriamente pelo Google, através da busca de imagens. Nesta edição a palavra elegida é Arty, por Base-V


Jochen Gros


Old dreams of a new picture-language like that of Otto Neurath failed almost a century ago.
But then they turned out as origin of the modern pictogram.

Este professor de teoria do design na Alemanha estuda a linguagem chinesa desde 2004, com o intuito de criar uma gramática visual, baseada em ícones e pictogramas. Idéias são transmitidas pela associação de dois ou três pictogramas, como nos ideogramas (kanji). Particularmente interessantes são os pictogramas para a palavra "ikebana" e "poesia".

Este último é formado pelo desenho de um cavalo alado (Pégaso), que remete ao símbolo grego de inspiração poética.

Icon-language is a project of jochen gros